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Anvisa aprova o medicamento Glyxambi® para o tratamento do diabetes tipo 2

Acredito que precisamos avançar no tratamento do Diabetes. Todos os tipos. Esta novidade vem para ajudar no tratamento do Tipo 2 e creio que precisamos facilitar o acesso sim. Leiam e informem-se com o seu médico se este não seria um medicamento útil para você?

Segue mais informações:

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Foto meramente ilustrativa (Photo by Pixabay on Pexels.com)

São Paulo, 27 de novembro de 2018 – A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) acaba de aprovar o Glyxambi®, primeiro medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2 unindo as classes de inibidores de DPP-4 e de SGLT-2, a linagliptina associada à empagliflozina reunindo dos mecanismos distintos de ação em uma única pílula. O Glyxambi® melhora o controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 2, aliado a uma alimentação equilibrada e prática regular de exercícios físicos1.

Enquanto a empagliflozina faz parte da classe dos inibidores de SGLT-2, uma proteína transportadora que atua na reabsorção de glicose filtrada pelo rim2,3, a linagliptina inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP-4), responsável por aumentar a disponibilidade de hormônios que estimulam o pâncreas a produzir mais insulina, otimizando o controle da glicose no sangue4.

“Glyxambi® não só se diferencia por associar inibidores de proteínas DPP-4 e SGLT-2, mas também se destaca por trazer praticidade e comodidade ao dia-a-dia do paciente que passa a ingerir um único comprimido diariamente” destaca Dra. Thais Melo, diretora médica da Boehringer Ingelheim. Há versões do medicamento com 10mg a 25mg de empagliflozina, sempre associadas a 5mg de linagliptina¹.

 Sobre Glyxambi®¹:

Glyxambi (linagliptina + empagliflozina) é indicado para o tratamento do diabetes tipo 2, e é composto de linagliptina, princípio ativo do medicamento Trayenta® (aprovado no Brasil desde 2011), adicionado a empagliflozina, princípio ativo do medicamento Jardiance® (aprovado no Brasil desde 2015).

 Sobre o diabetes tipo 2:

Diferentemente do diabetes tipo 1, um defeito imunológico, o diabetes tipo 2 acontece principalmente em razão da resistência aos efeitos da insulina, e a forma com que o organismo metaboliza a glicose, principal fonte de energia do corpo, acaba sendo alterada6. O diabetes tipo 2 também pode estar relacionado a quantidade insuficiente de insulina produzida pelo organismo4. Trata-se de uma epidemia, que acomete 425 milhões de pessoas no mundo, sendo 14 milhões somente no Brasil7,8. Além de 50% dos diabéticos não saberem que sofrem com a condição, segundo o Atlas 2017 do IDF (International Diabetes Foundation), os pacientes não só negligenciam o diabetes, como não reconhecem suas consequências, que podem ser fatais7.

Aliança Boehringer Ingelheim e Eli Lilly

Comprometidos com a saúde e a qualidade de vida dos pacientes com diabetes e suas necessidades durante todas as fases do tratamento, as companhias Boehringer Ingelheim e Eli Lilly decidiram, em 2011, unir forças e estabelecer uma parceria no segmento. Essa aliança alavanca os pontos fortes de duas das maiores empresas farmacêuticas do mundo. A Boehringer Ingelheim com seu compromisso com investimento em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos de alto valor terapêutico para a medicina, aliada ao pioneirismo da Eli Lilly – com a primeira insulina comercializada em 1923. Ao juntar forças, as companhias demonstram ainda mais compromisso com os pacientes com diabetes. Para mais informações, acesse www.boehringer-ingelheim.com.br ou www.lilly.com.br.

Sobre a Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim é uma das 20 principais farmacêuticas do mundo e possui cerca de 50.000 funcionários globalmente. Atua há mais de 130 anos para trazer soluções inovadoras em suas três áreas de negócios: saúde humana, saúde animal e fabricação de biofármacos. Em 2017, obteve vendas líquidas de cerca de € 18.1 bilhões e os investimentos em pesquisa e desenvolvimento corresponderam a 17% do faturamento líquido (mais de € 3 bilhões). No Brasil há mais de 60 anos, a Boehringer Ingelheim possui escritórios em São Paulo e Campinas, e fábricas em Itapecerica da Serra e Paulínia. A empresa recebeu, em 2018, pelo segundo ano consecutivo, a certificação Top Employers, que a elege como uma das melhores empregadoras do mundo por seu diferencial nas iniciativas de recursos humanos.  Para mais informações, visite www.boehringer-ingelheim.com.br e www.facebook.com/BoehringerIngelheimBrasil.

Sobre a Eli Lilly and Company

A Lilly é uma organização global líder na área da saúde que une cuidado e descoberta para melhorar a vida para as pessoas ao redor do mundo. Foi fundada há mais de um século por um homem compromissado com a criação de medicamentos de alta qualidade que são essenciais e hoje permanece sendo guiada por essa missão em tudo o que faz. Ao redor do mundo, funcionários Lilly trabalham para inovar e entregar medicamentos que mudem a vida daqueles que precisam, melhorando o entendimento e o tratamento de doenças, e servindo a comunidades com voluntariado e filantropia. Para saber mais sobre a Lilly, acesse www.lilly.com.br.

Referências:

[1] Empagliflozin (EMPA) as add-on to linagliptin (LINA) and metformin in patients with type 2
diabetes (T2DM): a 24-week randomized, double-blind, double-dummy parallel-group trial.

Abstract presented at the American Diabetes Association (ADA) 76th Scientific Sessions®. [Internet]. June 10–14, 2016. Acesso: Maio de 2018.

[2] Inzucchi SE, et al. Does baseline HbA1c or change in HbA1c predict the reduction in cardiovascular (CV) death with empagliflozin? Results from EMPA-REG OUTCOME. Poster No. [916] at 53rd Annual Meeting of the European Association for the Study of Diabetes. Lisbon: Portugal; Sept 11-15. Acesso: Maio de 2018.

[3] George JT, et al. EMPA-REG OUTCOME: Consistent reduction in risk of cardiovascular (CV) outcomes and mortality with empagliflozin (EMPA) irrespective of sulphonylurea (SU) use at baseline. Poster No. [917] at the 53rd Annual Meeting of the European Association for the Study of Diabetes. Lisbon, Portugal; Sept 11-15. Acesso: Maio de 2018.

[4] Linagliptin (LINA) as add-on to empagliflozin (EMPA) and metformin in patients with type 2
diabetes (T2DM): two 24-week randomized, double-blind, parallel-group trials. Abstract presented at the American Diabetes Association (ADA) 76th Scientific Sessions®. New Orleans, Louisiana. 2016 June 10-14. Acesso: Maio de 2018.
[5] DeFronzo RA, et al. Combination of empagliflozin and linagliptin as second-line therapy in subjects with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin. Diabetes Care. [Internet]. Epub 2015 Jan 12. Acesso em Maio de 2018. 38(3):384-93. doi: 10.2337/dc14-2364.
[6] American Diabetes Association [Internet]. Arlington, VA: American Diabetes Association. Disponível em http://www.diabetes.org/.  Acesso: Maio de 2018.

[7] IDF Diabetes Atlas.[Internet]. Brussels, Belgium: International Diabetes Federation; 2017. Disponível em http://www.diabetesatlas.org/. Acesso: Maio de 2018.

[8] Sociedade Brasileira de Diabetes.[Internet]. São Paulo, Brasil: SBD; 2017. Disponível em http://www.diabetes.org.br/publico/. Acesso: Maio de 2018.

Fonte: Release recebido da Weber Shandwick (agência da Boehringer Ingelheim e Eli Lilly)

 

 

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